Sentimentos menos nobres
Há momentos na vida em que temos que nos confrontar com a nossa essência. Acontecimentos marcantes costumam ser o gatilho para esses confrontos.
Hoje tive um momento desses. Mas desta vez confessei. Liguei a uma amiga e contei-lhe.Contei a gritar, com raiva, revolta, deixei que tudo fluísse. E foi libertador. Virou passado.
Já tinha tido momentos parecidos com este, mas nunca tinha tido coragem de expô-los. Tinha algum pudor em revelar assim, o meu lado mais obscuro, que também faz parte de mim.
O comportamento não é a identidade da pessoa - disse-me a minha formadora.
A bíblia diz: odeia o pecado, não o pecador.
Não me devo sentir diminuída por ter este lado menos nobre.Devo aceitá-lo e, mudá-lo.
Há momentos que são insuportáveis. O de hoje se fosse confirmado, seria um deles. A ideia de que alguém pode oferecer a outra pessoa, o que nós queríamos que nos fosse oferecido a nós, é um Thriller do inferno. Isto é válido para amores, empregos, amizades, tudo aquilo que nos seja possível oferecer a alguém, mas que esse alguém tenha o poder de escolher aceitar. A rejeição por si só é dolorosa. Somada à troca, é um tiro na cara, que nos reduz a pó.
No entanto, ainda hoje aprendi : apesar de não termos o control sobre os acontecimentos, temos o control sobre a forma como reagimos a estes. Tornando-nos assim agentes activos sobre a nossa vida,e não meras vítimas dos acontecimentos.
Esta ideia trouxe-me segurança e paz. Foi uma corda para sair do calvário onde estava a arder.
Como dizem os zen: estou grata por ter acesso a esta informação.
Hoje tive um momento desses. Mas desta vez confessei. Liguei a uma amiga e contei-lhe.Contei a gritar, com raiva, revolta, deixei que tudo fluísse. E foi libertador. Virou passado.
Já tinha tido momentos parecidos com este, mas nunca tinha tido coragem de expô-los. Tinha algum pudor em revelar assim, o meu lado mais obscuro, que também faz parte de mim.
O comportamento não é a identidade da pessoa - disse-me a minha formadora.
A bíblia diz: odeia o pecado, não o pecador.
Não me devo sentir diminuída por ter este lado menos nobre.Devo aceitá-lo e, mudá-lo.
Há momentos que são insuportáveis. O de hoje se fosse confirmado, seria um deles. A ideia de que alguém pode oferecer a outra pessoa, o que nós queríamos que nos fosse oferecido a nós, é um Thriller do inferno. Isto é válido para amores, empregos, amizades, tudo aquilo que nos seja possível oferecer a alguém, mas que esse alguém tenha o poder de escolher aceitar. A rejeição por si só é dolorosa. Somada à troca, é um tiro na cara, que nos reduz a pó.
No entanto, ainda hoje aprendi : apesar de não termos o control sobre os acontecimentos, temos o control sobre a forma como reagimos a estes. Tornando-nos assim agentes activos sobre a nossa vida,e não meras vítimas dos acontecimentos.
Esta ideia trouxe-me segurança e paz. Foi uma corda para sair do calvário onde estava a arder.
Como dizem os zen: estou grata por ter acesso a esta informação.
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