Futilidades e raivinhas
Há pessoas que só matando.
Queixam-se o tempo todo.Só vêm os problemas, nunca as soluções.São pesadas.
Nos tempos modernos são apontadas como pessoas tóxicas.
Pessoas de quem devemos fugir. Pessoas que não avançam e querem que lhes façamos companhia, naquela estagnação sem fim.
A voz e a forma de falar dão-nos sono.Vontade de desligar, sem explicar porquê.E nunca mais atender.
Mas qualquer coisa nos impede de fazer isso,a educação ou a covardia, talvez.
Então continuamos ao telefone, sem paciência, só para que não nos comparem a animais selvagens.
Já fomos amigos, e as lembranças de um passado não tão longínquo causam-nos algum peso na consciência.Mas vamos abandonar.
Temos que abandonar.Não é possível continuarmos nesse impasse.Neste lodo que a cada ano aumenta e em nada acrescenta.
Mais uma porta antiga se fecha.É triste.
Dizem que em breve, uma janela se vai abrir.
Era bom, pessoas novas na vida é bom.
Queixam-se o tempo todo.Só vêm os problemas, nunca as soluções.São pesadas.
Nos tempos modernos são apontadas como pessoas tóxicas.
Pessoas de quem devemos fugir. Pessoas que não avançam e querem que lhes façamos companhia, naquela estagnação sem fim.
A voz e a forma de falar dão-nos sono.Vontade de desligar, sem explicar porquê.E nunca mais atender.
Mas qualquer coisa nos impede de fazer isso,a educação ou a covardia, talvez.
Então continuamos ao telefone, sem paciência, só para que não nos comparem a animais selvagens.
Já fomos amigos, e as lembranças de um passado não tão longínquo causam-nos algum peso na consciência.Mas vamos abandonar.
Temos que abandonar.Não é possível continuarmos nesse impasse.Neste lodo que a cada ano aumenta e em nada acrescenta.
Mais uma porta antiga se fecha.É triste.
Dizem que em breve, uma janela se vai abrir.
Era bom, pessoas novas na vida é bom.
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